sexta-feira, 18 de maio de 2018

HERRARE É O MANO! Plataforma REVVASE, Seguro Escolar


Opá, não sei se sou eu que tenho POC (entenda-se Perturbação Obsessiva Compulsiva, é deste poc que falo agora, colegas, calma) se é pelo facto da entidade em questão pertencer ao Ministério da Educação cuja principal função é, claro está, a EDUCAÇÂO, mas a realidade é esta:

HERRARE É O MANO!

Tão humano que gralhas acontecem a todos, ora vejam comigo:

Na Plataforma REVVASE, Seguro Escolar, temos a seguinte opção:



Nada a apontar, certo?
No entanto se seleccionarmos a opção "crânio" deparamo-nos com o quê?... com bipolaridade, colegas... visto tratar-se do crânio: cada cabeça sua sentença?





Colega M


Nota AT
Agradecimento especial a esta colega... tem vários textos fabulosos para se publicar! :)

Não sei o que se passa, mas ultimamente, os colegas estão a enviar mais coisas, a partilhar situações escabrosas...(muitos colegas pensam que são os únicos a passar momentos de ingratidão ou por parte das chefias ou por parte dos Diretores! Vamos colocar as situações e enquadra-las! não tenho tempo para colocar tudo de momento... Mas precisamos que esta atitude cresça! Eles estão intrigados com a coisa :) É tão bom sentir este frenesim! "O nome do Agrupamento está no blog! bla bla bla..." 
Me aguardem porque vou criar um inquérito para avaliarmos as direções dos agrupamentos!




MEC poupa milhões, para enterrar em Lisboa - sem qualquer contrapartida para o serviço público! Só para a fotografia...

Provavelmente o seu diretor esteve presente e ainda nada lhe disse... porque provavelmente, irá contar em primeira mão no Conselho de Diretores.



No dia 15 de maio de 2018, o blog do assistente técnico, através do ÓSCAR, esteve presente no evento realizado pelo IGeFE em parceria com o Ministério da Educação e algumas firmas privadas, onde se destaca a ORACLE e a FUJITSU.




Um evento a roçar o megalómano, na antiga FIL (agora conhecida por centro de congressos de Lisboa). Não terá o ministério capacidade de organizar um evento destes num pavilhão qualquer de uma escola do nosso país?! Enfim…

Participaram algumas individualidades do panorama educativo e governativo português, Dra. Maria Manuel Leitão Marques, Ministra da Presidência e da modernização administrativa, Prof. António Mendonça, professor catedrático do ISEG (grande orador, e uma visão estratégica da educação assinalável), Helder Reis, Assessor para os Assuntos Económicos da Casa Civil do Presidente da República (erro de casting, começou logo com um “não entendo nada dos assuntos de educação”) e Luís Viana, Diretor Técnico da UniLEO (percebe de números contabilísticos, de educação zero!) 

Seguidamente foi-nos apresentado o caso “Digital Transformation in Education”, estudo da cidade de Estocolmo na Suécia, palestra de Johanna Engman, bastante esclarecedor (embora por vezes se tornasse difícil entender o inglês). O problema são as diferentes políticas e a comparação por vezes ambígua entre a realidade Sueca e Portuguesa, realidades culturais, económicas e estruturais. 

Terminando esta palestra passou-se a um cofee-break, onde pude constatar a megalomania do evento, ele era cházinho, café, sumos de laranja, maçã, bolinhos de chocolate e afins… 

Depois passou-se a uma Mesa Redonda — A importância da Transformação Digital na Gestão das Organizações, moderada por Marta Atalaya, jornalista/pivot, SIC Notícias, como de esperar muito bem preparada, de onde destaco o docente universitário Mário Caldeira, professor no ISEG e Mário Campolargo, Diretor-Geral Adjunto da Direção-Geral de Informática da Comissão Europeia, via SKYPE de Bruxelas ambos com uma visão da educação e aplicação das novas tecnologias bastante eloquentes. 

Posteriormente deu-se por encerrada a 1ª parte do gestech-edu.pt, com o encerramento a cargo do Ministro da Educação, Dr. Tiago Brandão Rodrigues, com o seu discurso a aludir a um país que certamente conhece muito bem, mas que os mais de 1000 conferencistas desconhecem… 

Almoço – 2º Parte da megalomania gastronómica

- Entrada de sopa gourmet, tapas portuguesas (mini bifanas gourmet), mini hamburguers gourmet com doce de abobora e noz, bola de carne, chamuças, massa tricolor com consumé de galinha do campo, fruta variada, leite creme, bolos vários, sumos vários, água, café. 

Neste momento, deu para ver e rever algumas caras que no dia-a-dia ouvimos por telefone e os lemos. Aqui, identifiquei claramente o vogal do IgEFE, o estimado FARRAJOTA, que com tantos cortes que promove, confirmei “inloco” a sua avareza, na medida do fato (2 números acima) e nos seus sapatos rotos!

Depois do almoço a sala gigante foi dividida em 2… Infelizmente só podia estar numa sala e escolhi a sala ORACLE 14h00 — 14h30 Big Data for Education;
14h30 — 15h00 Escola 360;
15h00 — 15h30 Gestão dos Fundos Europeus;
15h30 — 16h00 ;Governance nas compras Públicas 

Destaco aqui o novo ESCOLA 360º, um novo projecto da DGEEC, se bem implementado poderá vir a poupar MILHARES de € (algo parecido com o E-BIO de alunos), a gestão de fundos europeus por parte do IgEFE (541 milhões €) Leites escolares, projectos copérnicos e afins!!!! 

E para terminar compras públicas! Plataforma renovada e mais user friendly, e foi deixada aqui criticas inerentes à não disponibilização de formação ao pessoal não docente (das poucas vezes que se falou de pessoal não docente)!!

Na outra sala, Sala Fujitsu 14h00 — 14h30 APP Móvel Educação; 14h30 — 15h00 Sistema de Gestão Documental da Educação; 15h00 — 15h30 Transformação digital by (SI)IGeFE 15h30 — 16h00; PredictionME on Education, pena não ter o dom de me desdobrar…

E encerramento com musica do Quarteto de Saxofones do Conservatório de Música de Sintra… 

Os brindes para os conferencistas foram saquinhos, canetas, blocos, agendas, luzes led para portáteis, pens usb personalizadas de 16Gigas… 

Só gostava de saber o custo de tudo isto. Alugar uma sala magistral no centro de congressos de Lisboa não deve ser nada barato, com todo o lettering, catering e as meninas bonitas género hospedeiras a indicarem caminhos e a assistirem os conferencistas não deve ter custado menos de 150.000€ a 200.000€, dinheiro esse que dava tanto jeito para formação de pessoal não docente e para os meninos das nossas escolas. 

Estranho ainda e face à temática as ausências das empresas JPM e INOVAR… 



POSTED BY ÓSCAR 






















Mais Fotos

Sistema de Gestão de fundos comunitários para as escolas













E360









Mesas Redondas







GIFTs








postscript
Mais uma vez temos de pagar boletins itinerários 0,36 cêntimo/km X 600kms, a centenas de diretores... = 216 euros  + outras despesas...

E o mexilhão continua a desconhecer esta realidade, os próximos tempos.

(E o gajo não respondeu quando temos a verba do desporto escolar ? E Pré-Escolar ? ? )


quinta-feira, 17 de maio de 2018

Sobre Validações... e atitude comportamental numa organização


todos sabemos, a maioria dos diretores, reúne-se para discutir com os seus pares, outros diretores da zona, para perceber se estão a fazer (o) bem... ou para estudarem estratégias para as suas carreiras de docentes! Não (somente) de... diretor... de uma escola!

Depois aparecem nos serviços e pergunta ou vai espiar, a saber como é que se encontra a proceder no local que dirige! Fala de peito envolvido de penas... quando interpelado, percebe duas coisas... que não está dentro de todos os meandros da coisa, como percebe que os serviços realizam a tarefa de determinada forma, por motivo não esperado e/ou porque nunca lhes foi instruído outro método de trabalho!

Quando sugerido sobre a possibilidade de reunir com os colegas desses tais agrupamentos , com Diretores elegidos sabedores do direito... da coisa deles, não é permitido em contexto laboral, um ajuntamento, porque isso pode criar rebelião...

Falte-lhes, a alguns, atitude comportamental em ambiente de trabalho!!! Ambiente doméstico é lá em casa... que pode rosnar à vontade.

e mais não digo, de momento.

Temos diretores que pensam e agem como se tivessem sido abençoados por um direito divinal na questão comportamental... Temos o direito a um trato, tão especial como o cão lá de casa, Sr.

São deploráveis os relatos que me chegam...



temos confiança, bons princípios, mas os que usam a senha da plataforma do SIGRHE, por indicação, leia-se,  ordem, intimidação, ameaça ou por favor ao Sr. Diretor, para realizar trabalho que lhe é adstrito, para este ter tempo disponível para estar presente em reuniões com outros Diretores... usamos com as melhores das intenções e com os poucos conhecimentos e instruções que se encontram lavradas sobre da matéria.

Se a candidatura foi invalidada, não se esqueçam que era vossa obrigação, pelo menos!!! no momento da submissão, verificarem os processos e plataforma, juntamente com os serviços! É o mínimo que se exige! 

Se não concordarem, podem junto do MEC, declarar que não querem essa tarefa e passa a mesma a ser de responsabilidade do chefe de serviços.

Não precisamos de relembrar que as senhas devem ser por algum motivo, de carácter pessoal e intransmissível.

Post patrocinado.


quarta-feira, 16 de maio de 2018

A questão do atendimento...


tanto o pessoal como o digital, dou elevada importância, na seguinte suposta exposição que circula por aí :) falta apenas a exposição do que alegadamente foi proferido! Mencionar os termos, as frases...

Porque do modo que se encontra exposta não dá em nada! Pelo contrário... mas isso é outra conversa.

Que tenho colegas que não primam no atendimento, é verdade! Contudo, não esquecer que a entidade patronal, nada faz para melhorar esse campo! Temos um público alargado, que merece toda a dedicação... e respeito mútuo!

Para terminar, gostava de verificar, documentos semelhantes com os elogios, alguns merecem ;)



Divulgação - Abertura de Concurso: Assistentes Técnicos (15 vagas)

ABERTURA DE CONCURSO PARA O MAPA DE PESSOAL CIVIL DO EXÉRCITO

Encontra-se aberto o procedimento concursal comum para constituição de vínculo de emprego público, na modalidade de contrato de trabalho em funções públicas por tempo indeterminado, para preenchimento de 15 (quinze) postos de trabalho correspondentes à carreira e categoria de Assistente Técnico, previstos no mapa de pessoal civil do Exército.
De acordo com o regime de incentivos à prestação do serviço militar em Regime de Voluntariado e de Contrato (RV/RC), o militar que tenha prestado serviço efetivo pelo período mínimo de 5 (cinco) anos tem direito, a partir dos últimos seis meses da vigência do contrato, a candidatar-se a concursos com esta tipologia.


Para mais informações consulte o aviso publicado em Diário da República , no Facebook do Recrutamento do Exército ou através da Linha Verde - 800 20 12 74 (chamada gratuita).


terça-feira, 15 de maio de 2018

Desabafos de uma Assistente Técnica revoltada


"Gostaria de poder usar uma orelha vossa, gostaria de poder desabafar e de não estar constantemente a recorrer a ansiolíticos.

Entrei para uma escola sob o pretexto de esta passar a ser sede de agrupamento, e assim necessitar de mais pessoal administrativo, claro está, em maio de 2004, assinei um contrato a termo certo embora essa necessidade fosse para o todo o tempo que se mantivesse como sede de agrupamento (que ainda é).

Durante o período pré-SIADAP recebi por diversas vezes o antigo "excelente" e todas as críticas eram positivas ou de ajuda à melhoria da minha performance. Tudo o que aprendi tentei melhorar (quando aqui cheguei poucas eram as colegas que utilizavam computadores para o que quer que fosse, emails? isso é ficção científica!... adiante..).

Em 2006 mudámos de CSAE, mudámos muita coisa, foi implementado um "sistema" de gestão de processos como nunca vi, toda a gente fazia de tudo ao mesmo tempo e sem um manual de procedimentos. Claro está que cada cabeça, sua sentença e eu, pessoalmente, não me revia nesta metodologia. Criei os meus próprios manuais de procedimentos conforme directrizes e despachos tanto da Direção como da CSAE e apresentei-os superiormente. 



O que fiz foi criar um alvo nas minhas costas e nunca mais ter tido avaliações acima do adequado sob a desculpa que a Directora quer que os relevantes sejam atribuídos de forma rotativa por todos. Desde 2007 que nunca tive o relevante e sempre que tinha uma pontuação alta era-me dito que ainda não tinha chegado a minha vez.

Em 2010 muitas colegas saíram desta escola, umas por concurso, outras por aposentação, e foi-me atribuído por ordem verbal que eu iria começar a fazer o serviço de alunos e de ação social escolar. Durante um ano e meio tive essas duas áreas e nunca nada falhou, trabalhei muito, vesti a camisola, as calças e enfiei um chapéu até ao queixo. Aguentei até virem novas colegas e poder haver nova distribuição de serviço.

Foi-me retirado a área de alunos e desde 2013 que tenho a ASE, somente com uma formação do software e uma sessão de esclarecimentos sobre contabilidade analítica. Diariamente digo que não tenho segurança no serviço que presto pois não tenho as bases necessárias para tal.

Agora sobre o descongelamento e em conclusão, assinei contrato sem termo em 2010, reúno 6 pontos, não progrido e terei de aguardar mais 5 anos se esta lógica de rotatividade se mantiver.

Tenho colegas, que vindas de outras escolas e até mesmo com contratos assinados um ano após a assinatura do meu, reúnem os pontos necessários para progredir.

Colegas a quem eu ensinei o serviço, a quem eu ainda tiro dúvidas e faço passagem de conhecimento com todo o gosto e que me orgulha, em parte, saber que obtiveram notas superiores às minhas, progredindo já este passado janeiro por terem obtido as avaliações que mereciam.

Tenho uma outra colega que na sua escola anterior obteve avaliações de insuficiente e com isso obtém exactamente o mesmo 1 ponto que eu.

Sinto-me angustiada, enojada com esta injustiça, completamente arrasada por me sentir impotente perante esta falta de ética. 

Nada do que está a ser feito é ilegal mas não significa que seja correcto. É, na verdade, mesquinho e nojento em todo o sentido da palavra.

Tenho quase 15 anos de casa, sou uma das pessoas a quem toda a gente recorre e não valho mais que um insuficiente.

...

Obrigada pela orelha, obrigada pelo projecto, obrigada por me fazerem querer lutar.

...

Continuem com o excelente trabalho.


NOTA:

Muito obrigada colega ... a resposta irá seguir por email às questões aqui ocultas :)

Aos leitores, que pretenderem, enviarem relatos de cenários semelhantes, recomendo vivamente! A vossa identidade está salvaguardada!




Transformação digital no sistema educativo ? É anedota...

Transformação digital no sistema educativo ? É anedota...


O blog esteve presente no evento... e vamos partilhar novidades!

Mas para começar! Evento cheio de circunstância... enterraram lá uns valentes euros, mas a tranche do pré-escolar e desporto escolar não é paga porque motivo ?


Decreto-Lei de Execução Orçamental (chega tarde e a más horas)


Decreto-Lei n.º 33/2018 - Diário da República n.º 93/2018, Série I de 2018-05-15
Presidência do Conselho de Ministros
Estabelece as normas de execução do Orçamento do Estado para 2018

Decreto-Lei 33/2018

Decreto-Lei de Execução Orçamental (chega tarde e a más horas)
Principais temas relacionados com a gestão financeira da educação
SNC-AP
·         A prestação de contas dos estabelecimentos públicos de educação pré -escolar e dos ensinos básico e secundário é efetuada pelo IGEFE, I. P., através da consolidação do reporte proveniente dos sistemas locais das referidas escolas.
·         Os estabelecimentos públicos de educação pré–escolar e dos ensinos básico e secundário enviam ao S3CP a informação orçamental e económico-financeira através do sistema central da responsabilidade IGEFE.
·         Compete à Comissão de Normalização Contabilística (CNC), mediante parecer da DGO, a actualização permanente do Plano de Contas Multidimensional (PCM)
·         que integra o anexo III ao Decreto -Lei n.º 192/2015, de 11 de setembro, na sua redação atual, nomeadamente através da criação de novas contas, utilizando para o efeito os intervalos com reticências constantes do PCM, bem como assegurar, no respetivo sítio da internet, a versão atualizada do PCM.
·         Novidade mais interessante (que peca a meu ver pela completa falta de ambição) relativamente às escolas (e não só): A prestação de contas dos serviços e organismos referidos nos números anteriores é efetuada segundo um regime simplificado, sendo obrigatória a apresentação individual dos documentos que constam da Instrução n.º 1/2004, de 22 de janeiro, do Tribunal de Contas, publicada no Diário da República, 2.ª série, de 14 de fevereiro, e dispensada a apresentação do Balanço e Demonstração de Resultados e Anexos às Demonstrações Financeiras.
GESTÃO DE RECEITAS
·         Permanência da isenção da utilização do SGR por parte dos AE’s/ENA’s.
·         Para além das verbas previstas na Lei do Orçamento do Estado, constituem receitas das escolas e agrupamentos de escolas:
a) As propinas, emolumentos e multas, pagos em numerário e relativos à prática de atos administrativos;
b) As derivadas da prestação de serviços e de venda de publicações ou de rendimentos de bens próprios;
c) O rendimento proveniente de juros de depósitos bancários;
d) As doações, subsídios, subvenções, comparticipações, heranças e legados;
e) As derivadas da prestação de serviços em refeitórios escolares e da venda de bens em bufetes e papelarias escolares, cuja aplicação deve privilegiar despesas inerentes àquelas modalidades da ação social escolar e a serviços auxiliares de ensino;
f) Outras receitas que lhe sejam atribuídas por lei.
PROCESSAMENTO DE VENCIMENTOS E GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS
·         As entregas relativas a retenções destinadas à ADSE, I. P., e à CGA, I. P., são efetuadas através do Documento Único de Cobrança.
·         O montante mínimo de reposição nos cofres do Estado a apurar em conta corrente e por acumulação para o ano de 2018 é de € 20.
·         As dotações comuns destinadas a vencimentos do pessoal dos estabelecimentos de ensino não superior, inscritas no capítulo 03 do orçamento do Ministério da Educação (MEDU), são utilizadas por cada agrupamento de escolas ou por cada estabelecimento de ensino, de harmonia com as necessidades resultantes da satisfação de encargos com o pessoal que esteja em exercício, sendo as correspondentes informações de cabimento prestadas pelo IGEFE.
·         O processamento de todos os abonos ao pessoal a exercer funções em regime de mobilidade interna, em que, por acordo, a remuneração seja suportada pelo serviço de origem, ou deslocado em estabelecimento público dos ensinos básico e secundário, é efetuado pelo serviço em que exerce funções, desde que o serviço de origem seja igualmente um estabelecimento público dos ensinos básico e secundário.
·         Os agrupamentos e as escolas do ensino não superior podem ser autorizados pela Direção -Geral da Administração Escolar a celebrar contratos de trabalho em funções públicas a termo resolutivo, a tempo parcial, para colmatar as necessidades transitórias de trabalhadores para assegurarem os serviços de limpeza, nos termos da Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas, aprovada em anexo à Lei n.º 35/2014, de 20 de junho, na sua redação atual, até ao limite dos montantes inscritos para este efeito no capítulo 03 do orçamento do MEDU. O mesmo é aplicável às autarquias em relação ao pessoal a colocar nas escolas abrangidas pelos contratos de execução previstos no artigo 12.º do Decreto -Lei n.º 144/2008, de 28 de julho, na sua redação atual, e pelos contratos interadministrativos ao abrigo do Decreto -Lei n.º 30/2015, de 12 de fevereiro.
GESTÃO ORÇAMENTAL E FINANCEIRA
·         Os agrupamentos de escolas e as escolas não agrupadas abrangidos pelo artigo 2.º do Decreto-Lei n.º 75/2008, de 22 de abril, na sua redação atual, continuam a beneficiar de autonomia administrativa para movimentar as verbas inscritas no capítulo 03 do orçamento do ME.
·         As dotações para funcionamento das escolas e agrupamentos de escolas são distribuídas globalmente nas rubricas «Outras despesas correntes — Diversas» e «Outras despesas de capital — Diversas».
MANUAIS ESCOLARES
·         No início do ano letivo de 2018/2019 é garantido a todos os alunos do 1.º e do 2.º ciclos do ensino básico da
rede pública o acesso gratuito a manuais escolares.
·         Os manuais escolares são disponibilizados aos alunos pelos agrupamentos de escolas ou escolas não agrupadas, mediante comprovativo de receção e compromisso de devolução assinado pelos respetivos encarregados de educação.
·         Para efeitos do disposto no número anterior, os encarregados de educação responsabilizam -se pelo eventual
extravio ou deterioração do manual recebido, ressalvado o desgaste proveniente do seu uso normal, prudente e
adequado, face ao tipo de uso e disciplina para que foram concebidos, estado em que foi recebido pelo aluno, idade
do aluno e outras circunstâncias subjetivas e objetivas que tornem inexigível esta mesma responsabilidade.


Queres sair por mobilidade do Ministério da Educação ? Do seu serviço ? e o teu diretor/chefe não te deixa ? Eu tenho a solução!


Faz alguns meses que troquei umas ideias com uma colega, me contava resumidamente, que não a deixavam sair, por diversos motivos! Disse-lhe só tens uma solução! Requerimento confidencial ao diretor e alegas que em resultado de algumas consultas, comprovas o que suspeitas... tens alguma apetência, emoções, entre outros sentimentos que te andam a transtornar com crianças e devo-me afastar...

Um outro caso... teve um caso amoroso, com um elemento do grupo xxx...

O certo é que foi deferido...

Sim somos malucos!




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